segunda-feira, 16 de novembro de 2009
21 anos de democracia brasileira
Vou fazer um pequeno Comentário acerca de um dos fundamentos de nossa Carta Magna – a dignidade da pessoa humana – tratando do que seria uma sociedade justa e igual.
Vou me reportar ao sistema carcerário para demonstrar desde logo que o fundamento de nossa Carta Maior está em ruína. Como efetivar o respeito a dignidade da pessoa humana se temos um sistema prisional superlotado que não reeduca ninguém, que não reinsere o cidadão na sociedade?
Como vivermos numa sociedade justa se ela mesma exclui seu irmão do convívio social?
Como ser igual, se nossas diferenças não são respeitadas, se nós não temos oportunidades (vida,emprego,crescimento, educação, saúde, lazer, etc) iguais?
São 21 anos de um sistema democrático, pouco tempo de vida, mas acredito muito que ainda vai se enraizar no seio social promovendo a tão justa e igual sociedade que sonhamos.
segunda-feira, 29 de junho de 2009
Luto: Morre um Instrutor de Transito no Transito
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LUTO
É DIA DE LUTO, DIA DE REFLEXÃO
DESEJAMOS VER MUDAR ESSA SITUAÇÃO.
O DEMENTE ALCOOLIZADO SAI APRESSADAMENTE
E LÁ NA FRENTE MATA UM INOCENTE;
É UM CRIME HEDIONDO, BARBARO DE SER CONTADO, DIFICIL
DE SER COMPREENDIDO E É POR ISSO QUE O ASSASSINO DEVE SER PUNIDO;
SANGUE INOCENTE NAS MÃOS DO IMPRUDENTE,
SOFRIMENTO AFLORIDO, PROFISSIONAL ABATIDO
E SOFRE A FAMÍLIA A PERDA DO SEU ENTE QUERIDO;
É UM AMIGO QUE NOS DEIXA, UM COLEGA DE PROFISSÃO, E AGORA O QUE FAZER DIANTE DA SITUAÇÃO? UM AMIGO DO PEITO QUE VAI DEIXAR SAUDADES NÃO TEM JEITO;
FOI UM PAI, UM MARIDO, UM FILHO, UM IRMÃO, UM AMIGO, UM TRABALHADOR, TUDO ISSO NOS LEVOU DEPOIS QUE UM PORRE TOMOU E EM SEGUIDA DEU NA PARTIDA GUIANDO CAMBALIANDO ATÉ SE CHOCAR COM UM PEDESTRE ATRAVESSANDO;
NÃO ACEITAMOS A ATUAL SITUAÇÃO, O QUE QUEREMOS É UMA IMEDIATA SOLUÇÃO PARA ESSE PROBLEMÃO QUE TEM MATADO O CIDADÃO.
Charles Batista
Autor
sexta-feira, 12 de junho de 2009
Número 1
quarta-feira, 10 de junho de 2009
Jorge Viana ministra palestra de encerramento do curso da Polícia Civil
| Edmilson Ferreira | |
| 09-Jun-2009 | |
| Turma de 33 delegados, 64 escrivães e 14 peritos concluiu mais uma etapa do processo de formação de profissionais da segurança pública O presidente do Fórum de Desenvolvimento Econômico Sustentável e ex-governador Jorge Viana ministrou nesta terça-feira, 9, a palestra de encerramento do curso de formação profissional de Polícia Civil. A cerimônia foi realizada no Teatro Plácido de Castro com a participação de 111 formandos, sendo 33 alunos-delegados, 64 alunos-escrivães, e 14 alunos-peritos. A convite da secretária de Segurança Pública Márcia Regina, Jorge Viana apresentou um retrospecto do sistema público de segurança anterior a 1999, quando foi eleito governador do Estado pela primeira vez, até os dias atuais, com a política de enfrentamento à criminalidade e ressocialização implantada pelo governador Binho Marques. Viana pediu que os novos profissionais da Polícia Civil não se conformem com a rotina mas que buscam a eficiência e o bom exemplo todos os dias. "Somos levados a transformar nossos problemas em paisagem", disse. Viana entregou o certificado de formação ao aluno-agente José Araújo da Silva Costa. Cinco outros alunos receberam o certificado representando a turma. "Esta é mais uma etapa vencida", resumiu o secretário de Estado da Polícia Civil, Emilson Farias. O curso teve início no dia 9 de fevereiro deste ano no Centro Integrado de Ensino e Pesquisa em Segurança Pública (Ciesp) Francisco Mangabeira. Os alunos foram distribuídos em três turmas que receberam aulas, oficinas e palestras sobre todos os temas ligados à profissão. fonte: http://www.agencia.ac.gov.br/index.php?option=com_content&task=view&id=9036&Itemid=26 |
sábado, 23 de maio de 2009
O CRIME: SERÁ QUE TEM EXPLICAÇÃO ?
Sendo assim, é de extrema importância o conhecimento de algumas características próprias dos fatos, que os tornam, sociais. A primeira é a força que os fatos exercem sobre os indivíduos, tornando-os compreensivos e conformados às regras, tradições e costumes que a sociedade a que pertence estabelece, sem se preocupar com suas vontades e escolhas, cabendo ao indivíduo apenas aceitá-las racionalmente. Além disso, é social todo fato que é geral, coletivo, comum a uma mesma sociedade. As regras de convívio social, as tradições, os costumes, são condições implícitas dentro da sociedade, haja vista que surgem bem antes do nascimento das pessoas.
A partir deste ponto, podemos afirmar que o desvio é algo essencialmente normal e necessário em todas as sociedades. Entretanto, não é válida a incidência de criminalidade que vai além dos limites suportáveis pela sociedade, o que acaba por prejudicar toda a estrutura social e o próprio desenvolvimento desta. Para Howard S. Becker, o desvio não é uma qualidade do ato que a pessoa comete, mas uma conseqüência da aplicação por outras pessoas de regras e sansões a um transgressor. O que se quer dizer neste momento, é que o que é patológico para uma sociedade pode não ser para outra e, também, o que era patológico no passado, pode se tornar normal em uma mesma sociedade no presente. O inverso também pode ser verdadeiro.
Esta patologia pode ser constatada na cidade de Uberlândia, cujos índices de criminalidade têm se mostrado cada vez mais assustadores. Não adianta delegados, policiais, pesquisadores ou quem quer que seja, vir falar ou levantar dados provando a diminuição da incidência de crimes. O que vale, realmente, é a total insegurança que as pessoas sentem ao viver dentro da sociedade uberlandense.
Por fim, é necessário dizer que grande parte dessa criminalidade desenfreada é originária da inexistência de uma real, significativa e correta coerção social, visto que nossos sistemas penal e penitenciário se apresentam de forma extremamente ineficaz. Para ilustrar esta idéia, sem querer fazer apologia a nenhuma religião, gostaria de utilizar um trecho de Chico Xavier: “alma corajosa não é aquela que se dispõe a revidar o golpe recebido e sim aquela que sabe desculpar e esquecer. Muitas vezes o agressor é apenas um doente, mais necessitado de medicina do que punições”. Acho que a partir deste princípio devemos trabalhar as novas formas de punições, buscando entender cada delinqüente de forma individual, para que assim, possamos compreender os fatos ocultos de sua ação e preparar uma melhor e, se possível, perfeita reabilitação, como se fosse a relação de um médico com o paciente, guardadas as devidas proporções.
fonte: http://www.advogado.adv.br/estudantesdireito/unit/bernardoaraujocosta/crime.htm
sábado, 9 de maio de 2009
O Objeto Criminológico dos Infratores que passam pela DPCA do Acre
A Criminologia moderna fundamenta o seu objeto no estudo de quatro pontos fundamentais: o delito, o delinqüente, a vítima e o controle social.No estudo do sistema criminal, onde se denota que existe muito amadorismo e suposições, pouca pesquisa científica e muita atuação simbólica por parte do Estado, a Criminologia tem um papel central de apresentar a realidade criminal como ela é, sem as costumeiras distorções e subjetivismos, próprios da análise de cada agência estatal de combate à criminalidade (saber comum).Na visão de Javier Alejandro Bujan a função essencial da Criminologia atual consiste em analisar o fenômeno do crime em interação social, inclinando-se a ser uma ferramenta para a preservação dos direitos humanos e das garantias fundamentais dos cidadãos. Para García-Pablos de Molina a função básica da Criminologia consiste em informar a sociedade e os poderes públicos sobre o delito, o delinqüente, a vítima e o controle social, reunindo um núcleo de conhecimentos – o mais seguro e contrastado – que permita compreender cientificamente o problema criminal, preveni-lo e intervir com eficácia e de modo positivo no homem delinqüente. A investigação criminológica, enquanto atividade científica, reduz ao máximo a intuição e o subjetivismo, submetendo o problema criminal a uma análise rigorosa, com técnicas empíricas.
A Política Criminal do Estado Democrático é dirigida a diminuir até níveis toleráveis as cifras de criminalidade, mas não pretende acabar com toda a presença do delito. Pois seu objetivo não é transcendental como no Estado Totalitário (criar um império, manter a pureza da raça, acabar com todo vestígio da burguesia, alcançar os fins do Alcorão etc), que justificava, desde distintas ópticas, a necessidade de reduzir a um nada o sujeito delinqüente. No Estado Democrático de Direito se procura que todos os cidadãos (na medida do possível) convivam pacificamente e em liberdade, cobrindo suas necessidades materiais e culturais para que toda pessoa possa gozar de sua própria dignidade humana.
O criminólogo estuda a descrição do fato criminal (fenomenologia criminal), os fatores que o produzem (etiologia criminal), a personalidade de seu autor (o delinqüente) e a vítima do delito, tanto em sua personalidade como em sua possível condição de fator de estímulo para o fato criminal (Vitimologia).
Dado o exposto, observa-se o quão importante é a Criminologia para o estudo e compreensão dos fatos típicos e anti-sociais. Há situações que devem ser mais estudadas, antes mesmo de se emitir uma opinião, devido a complexibilidade que envolve que o tema. Há Assuntos de Segurança Pública que devem ser tratados internamente, devido ao nível de informação que se vincula e ao amplo alcance que pode ocorrer com a informação publicada na mídia. Isso pode impulsionar a criminalidade em um dado momento.
Tenho a intenção de estudar, se aprofundando nesse assunto para desenvolver um trabalho cientifico que tem como cunho principal analisar o ambiente sociológico que vive os infratores que passam pela Delegacia de Proteção a Criança e ao Adolescente do Estado do Acre – DPCA.
Analisar cientificamente o assunto para imprimir uma opinião consistente, oportuna, concreta, com fundamentos sólidos para uma compreensão do fenômeno anti-social praticado pelas crianças e adolescentes do Estado do Acre.
Link a ser estudado: http://www.lfg.com.br/public_html/article.php?story=200704271052179
